quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Do que o ciúme é capaz?



Vivemos num mundo em que ser liberal não é a regra. Pessoas liberais costumam ser repreendidas, reprovadas moralmente, ou no mínimo, não compreendidas pela grande maioria das pessoas.
Curioso é que essa grande maioria está acostumada a viver a constante aflição de se sentir a um passo do abismo. Vigília atenta, sentimento de estar a um passo de ser enganado ou trocado... a dor de viver evitando a dor. O medo de viver evitando o medo. Enfim, uma neurose eterna.
Pra essa maioria: “amar é sentir que o outro é seu”. ”Ser amado é ser cobrado e vigiado”. Qualquer relação não construída sobre uma estrutura delicada, de constante cobrança e sentimento de posse, é tida como loucura. Será?
Na novela das nove, temos exemplos de personagens que vivem essa agonia corriqueira e tão comum em nossa sociedade. Rui, personagem de Fiuk, morre de medo de ser trocado por Zeca (Marco Pigossi). Seu desespero pela possibilidade de ser abandonado por Ritinha (Isis Valverde) o levou a atirar em seu rival, quase o levando a óbito.
Na mesma novela, a personagem Bibi (Juliana Paes) frequentemente tem acessos de ciúmes doentios, motivados pelo comportamento desleal de seu cônjuge, Rubinho (Emílio Dantas). A atormentada mulher já chegou às vias de fato dando puxões de cabelo na rival Karine (Carla Diaz).
Gostaríamos de crer que a perda do controle emocional provocado pela cultura de posse do cônjuge fosse algo restrito às telas de TV. Mas, infelizmente, não é assim que acontece. A verdade é que a grande maioria dos casais sofre por ciúmes, atravessam constantes crises, e muitas vezes se separam, ou fazem ameaças, por ciúme.
Recentemente, foi noticiada a história do PM Jarbas Colferai, que por extrema paranóia com a possibilidade de estar sendo traído, chegou a tirar a vida do jogador de Hóquei, Matheus Garcia, em mais uma tragédia nada incomum em nossa sociedade.
O PM seguia a namorada, fiscalizava o celular dela, e chegava a marcar encontros com possíveis suspeitos de traição, a fim de averiguar se de fato estava sendo traído. Definitivamente, Jarbas era mais um, como tantos outros, atormentado pelo pavor da traição.
No final das contas, tudo isso consolida a visão de que a cultura do sentimento de posse precisa ser mudada. Pessoas verdadeiramente liberais jamais passariam por tanto tormento, e menos ainda, chegariam a cometer atrocidade contra a vida de outra pessoa.
Enquanto muitos casais liberais combinam abertamente saídas extraconjugais sem qualquer reprovação por parte do cônjuge, os casais ditos “normais” vivem brigando por qualquer “curtida” no facebook, ou por qualquer atraso na hora de chegar em casa. O ciúme e a posse criam um ambiente de cobrança e dívida, que prejudicam qualquer relação.
                Talvez esteja mais do que na hora da sociedade rever seus conceitos. Será mesmo que os “doentes” somos nós liberais?









terça-feira, 29 de agosto de 2017

Cuckold - uma proposta irrecusável. "Só que não".



Olá, meninas. Mais uma vez, usarei esse espaço para propagar o fetiche Cuckold (que eu e meu marido aderimos há um bom tempo) como uma panaceia para a grande parte dos problemas cotidianos dos casamentos.
Não quero com isso, sugerir que vocês usem o fetiche como tentativa de salvar casamentos totalmente falidos. Isso, certamente não vai dar certo. Mas, ofereço o fetiche como uma oportunidade de melhorar muito a relação entre marido e mulher, quando o casamento tem seus probleminhas.
Um desses problemas mais comuns que vejo no casamento convencional de minhas amigas é o ciúme feminino. Nós, mulheres, somos sim muito inseguras e eu me incluo nessa lista. De alguma forma, perdemos o controle sobre nosso ciúme com mais facilidade do que os homens.
Sempre ficamos apavoradas com a possibilidade de nossos maridos descobrirem as qualidades e atributos em outras mulheres. Isso nos forçaria a termos que reconhecer nossos próprios defeitos e o quanto outras mulheres possam ser mais interessantes do que nós. Não é fácil superar o ciúme.  
O medo de ser trocada por outra mulher, o medo de estar vivendo uma mentira, e de que nossos maridos estejam na verdade saindo escondidos e vivendo vidas secretas. Tudo isso cria uma paranoia constante em todas nós.
Entretanto, não posso deixar de notar o quanto tudo isso foi superado ou amenizado desde que começamos a aderir ao fetiche Cuckold. Aos poucos, fui deixando de ser uma mulher tensa, preocupada, irritada, furiosa, pra ir me transformando numa mulher poderosa, segura da paixão que meu marido tem por mim, e nas nuvens por perceber como sou capaz de despertar interesse em outros homens tão interessantes.
Antes de começar a viver o fetiche, confesso que eu me achava sem graça, comum, incapaz de despertar grandes desejos ou paixões. Olhava outras mulheres e me sentia diminuída. Tinha um pouco de vergonha do meu próprio corpo. Não estava certa de que valeria a pena correr o risco de sair da minha zona de conforto para ingressar numa ideia tão extravagante e inusitada como o fetiche que meu marido me apresentava.
Mas, meu marido foi muito habilidoso e soube ir injetando poder em mim. Ele foi me fazendo virar uma super poderosa. Em vez de ciúme dele, fui ficando confiante de que ele é completamente apaixonado por mim. E por fim, fui ficando confiante de meu valor e do quanto poderia ser interessante me permitir viver aventuras fora do casamento.
As mudanças são muitas e podem sim, assustar, num primeiro momento. A proposta Cuckold pode sim ser radical a primeira vista. Mas, afinal: porque ter tanto medo de mudar radicalmente, quando essa mudança é na verdade pra muito melhor?
Já fui muito ciumenta. E já fui alvo de muito ciúme. E não tenho a menor saudade dessa época. Se ser “normal” é viver assim... prefiro ser como eu sou hoje em dia.
Hoje, tenho um marido aos meus pés... apaixonado, fiel em casa... vivendo em função dos meus gestos. Ele vive em profunda idolatria. E, como se não bastasse, eu adquiri o direito de me relacionar com namorados muito atraentes fora do casamento.
Ao contrário do que eu pensava, a certeza de que meu marido é fiel e de que ele só tem olhos pra mim, não veio através de brigas, cobranças ou de uma imposição quase infantil.
Conquistei essa certeza, através da liberdade. Dei liberdade pra que ele fizesse o que bem queria. E ficou claro que o que ele queria é que eu fosse a poderosa do casamento. O desejo dele nunca foi o de ter outras mulheres, por mais que eu o tivesse autorizado a isso.
Fico impressionada como o fetiche Cuckold pode ser uma receita certeira contra a infidelidade masculina. Desde que aderi ao fetiche, meu marido se inclinou totalmente na minha direção. É como se outras mulheres perdessem a importância que antes tinham.
Se você, leitora, é ciumenta ao extremo, como eu era... deveria com certeza pensar muito a respeito da possibilidade de assumir o fetiche Cuckold em suas vidas. Pelo que converso com outras esposas praticantes e também pela minha própria história, posso dizer que o marido Cuckold é o mais fiel dos maridos.
O meu marido, por exemplo, é tão fiel, que até para sair com outra mulher, ele me pedisse autorização. E em mais de 10 anos de casamento, posso dizer que ficou provado que essa não é a vocação dele. Seu tesão está todo concentrado em mim e nas minhas aventuras.
E analisando pelo quanto ele se desgasta em masturbação, vendo meus vídeos, minhas fotos e imaginando minhas aventuras... mesmo que ele quisesse muito... não teria grandes condições físicas pra me trair.
Nesse sentido, o fetiche é realmente uma grande garantia de fidelidade, de uma tal forma, que toda mulher ciumenta deveria experimentar viver assim, nem que fosse só por esse motivo. Aprendam, meninas, marido corno, não trai. É simples assim.
Hoje, vivemos um casamento muito feliz. Temos nossos problemas como qualquer casal. Não somos perfeitos. Estamos longe disso. Mas, não brigamos por besteira e nem ficamos paranoicos um com o outro, como vejo casais por aí. Eu tenho meus amantes e ele tem a mim. Adoramos o fetiche e colocamos nossa relação acima de tudo.
Por isso, se me perguntarem se o fetiche pode ajudar o casamento... é claro que direi que sim. Ainda mais quando olho pros lados e vejo tantas amigas brigando por ciúmes bobos, e vivendo a mesma paranoia que eu vivia antes de conhecer o meu marido.
 Não quero me colocar como modelo de nada. E muito menos bancar uma de guru do casamento perfeito. Isso não existe. Todos temos problemas, diferenças, discordâncias. O Cuckold não resolve tudo. Ele apenas ajuda muito, quando não nos fechamos para ele. Maturidade, confiança, cumplicidade, são elementos que crescem com o fetiche.
Um dia, meu marido me propôs me tornar uma rainha. Me propôs me dar plena liberdade sexual para viver aventuras fora do casamento. E propôs ser um homem completamente apaixonado e fiel. Eu podia recusar?
É incrível como algumas de nós têm a sorte imensa de dar de frente para um pote recheado de ouro. E é mais incrível ainda, que algumas de nós, rejeitem esse pote. Minha dica é: não tenha medo de ser feliz. Beijos a todas vocês.








sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Confiança é a chave pra relação




Pessoal, hoje irei escrever sobre essa palavra mágica que todo casal precisa se quiser experimentar o fetiche Cuckold. A palavra é “confiança”.
Claro que a confiança é uma via de duas mãos. Talvez, no fetiche Cuckold, a confiança seja uma via de quatro mãos. Isso porque marido deve confiar na esposa e vice-versa. Mas, antes disso, cada um deve confiar muito em si mesmo.
O marido precisa muito estar confiante de que é homem o suficiente pra ter a coragem de ceder a esposa. É um ato de bravura sim. Não é fácil pra um homem, encarar o medo de ser trocado. Ele precisa ser muito seguro de si.
Por outro lado, a mulher precisa se sentir poderosa e acreditar de verdade em seu próprio poder de sedução. O fetiche C


uckold devolve as delícias de uma vida adolescente. Mas, como toda adolescente, a mulher fica apreensiva, com dúvidas como: “será que eu sou gata o suficiente pra aquele cara?”.
Retornar ao mercado de paqueras e conquistas pode trazer de volta o frio na barriga, a insegurança, o medo de não ser capaz de enfeitiçar. A mulher precisa redescobrir o prazer da sedução e da conquista.
Marido seguro, esposa segura... agora entra o segundo passo: aquele em que um tem que confiar no outro. Não é fácil, né, gente? Se jogar de olhos fechados e acreditar que o outro vai estar ali pra pro que der e vier... é preciso coragem.
O marido precisa confiar muito que a esposa não vai perder o controle e acabar se envolvendo demais com o amante. “E se o amante for mais gostoso?” É preciso entender que por mais gostoso que seja o amante, a mulher é madura e inteligente o suficiente pra saber valorizar a posição de cada um. Marido sempre será o porto seguro.
Por outro lado, a esposa pode ficar também insegura quanto ao marido. “Será que ele me pede isso porque vai querer cair na gandaia?” “Será que ele está apenas me usando pra outros fins?” É normal ter dúvidas. Mas, afinal, “por que é tão difícil acreditar num homem que me pede pra ser livre?”
Acho que toda a mulher tem um pouco de “medo de ser feliz”. Ou, o que é mais humano, todos desconfiamos quando a oferta é boa demais. Estamos acostumados a nos esquivar daquilo que se mostra “bom demais pra ser verdade.”
Mas, amigas, posso falar por mim mesma. Eu fui uma que de início estranhei e cheguei a me perguntar: “Ué? O que meu marido ganha com isso?” Hoje em dia, após bastante experiência no assunto a pergunta que faço é outra: “Quem será que gozou mais no final de tudo? Terá sido o meu marido?”
Pois é, eu tenho prazer ali na hora do flerte, na hora da transa. O mesmo digo dos meus namorados. Mas, meu marido? Ah... ele se acaba por anos, vendo e revendo fotos e filmes. E relembrando comigo na cama, os momentos mágicos que vivi com o amante. Desconfio mesmo que ele seja o mais beneficiado nisso tudo.
Seja como for, todos saem ganhando muito com o fetiche. Especialmente se houver confiança de todos em todos. Sem confiança, o melhor é nem experimentar. O fetiche Cuckold praticado com casais inseguros, e despreparados, pode sim virar um trauma.
E “quando sei que estou preparada?”, você deve estar se perguntando. Eu respondo: quando a vontade e a curiosidade de pôr em prática for maior que o medo. Não espere perder o medo. Isso nunca acontece. O que acontece é que (parodiando o ex presidente): “o tesão tem que vencer o medo”. Só isso, amigas. Confiem... e sejam confiadas! Rs

segunda-feira, 31 de julho de 2017

"Meu marido quer me exibir. E agora?"


 


Olá, meninas. Hoje irei falar sobre um fetiche que é extremamente comum entre casais jovens e inexperientes, mas que é muito pouco falado nas redes sociais. Estamos falando do exibicionismo.
O exibicionismo é sem dúvida a principal porta de entrada para o mundo liberal dos fetiches. É muito comum que o Cuckold, o Swing, o Dogging e o ménage sejam precedidos por uma fase inicial em que o casal experimenta o prazer da exibição.
Aquele casal curioso, que tem mil fantasias, mas que não está ainda decido a colocar nada em prática, deveria pensar na possibilidade de começar suas aventuras pelo exibicionismo. Seja ele praticado ao vivo diante de outras pessoas, ou com outro casal na forma de um mesmo ambiente ,ou ainda, pela exibição virtual online através na cam (câmera digital).
Há também aqueles casais que cadastram um perfil em rede social apenas pra expor fotos ou blog pra contar aventuras, sem intenção de conhecer pessoas. Recomendamos o Sexlog, por exemplo. Puro exibicionismo. O prazer de receber comentários nas fotos e a total falta de interesse em aprofundar esses contatos, revela o desejo único pela exibição.
Como diz o ditado “o que é bonito é pra se ver”. Dentro dessa lógica, a pessoa que deixa seu lado exibicionista aflorar, mesmo que de forma curiosa e amadorística, pode experimentar um tipo de prazer rejuvenescedor, e que eleva aos mais altos níveis a autoestima, tão importante pra quem deseja ingressar em qualquer outro tipo de fetiche.
Os tempos mudaram. Muitos maridos, que antes personificavam o machismo em pessoa, ao esconder ao máximo as belezas naturais de suas esposas, foram arejando a cabeça e não mais tão raros são os que exibem mundo virtual a fora fotos ousadas de suas parceiras em poses sugestivas e lingerie sensuais.
Orgulhoso pelo efeito que sua musa causa nos demais homens, esse novo tipo de marido não poupa elogios frequentes à parceira e vive a se vangloriar do fato de que ela é sim, as mais desejada mulher que ele já conheceu. 
Cada piscada ou olhada na rua, cada comentário abaixo de uma foto, cada mão boba eventual que aconteça num mesmo ambiente, toda e qualquer manifestação de desejo que outro homem expresse a sua mulher, se transforma em uma medalha de ouro, que reafirma a paixão que esse nobre homem sente por sua poderosa mulher.
Nas casas de Swing, adeptos do exibicionismo não ficam deslocados apenas observando os outros. Existe muito campo para ser trabalhado dentro desse fetiche. A possibilidade de ver outros casais. E principalmente, a possibilidade de se exibir para outras pessoas pode tornar toda a relação muito mais interessante.
Para os que curtem viver algo mais intenso e perigoso, o exibicionismo na rua, em locais públicos, praças, shoppings e qualquer lugar público vem acontecendo diariamente de diferentes formas, por um número crescente de casais.
Existem os que combinam tudo isso ao modismo da “Self”, fotografando a si mesmos nos lugares mais inusitados e perigosos. Parece que de alguma forma a mistura de exibição com adrenalina potencializa os resultados.
O Dogging é um fetiche muito associado a esse prazer que une o perigo ao exibicionismo. Nele, esposas de dentro do carro se exibem a estranhos que passam por ali, sem que necessariamente nada tenha sido previamente combinado.
Todo fetiche pode ser praticando em diferentes níveis. O ideal para o casal que está começando é iniciar pelo guarda roupa. O marido investe numa “reforma” de visual da esposa. Compra roupas mais justas, sexys, ousadas. Alguns pagam salão, tratamento de pele, e tudo o mais que for ajudar a explorar o lado selvagem de sua esposas
O resultado costuma ser maravilhoso. A auto estima da mulher sobe em níveis estratosféricos e o orgulho do marido em ter uma mulher que desperta o desejo dos demais é crucial para melhorar muito o desempenho sexual do casal na cama. Isso pra não falar da vantagem óbvia que a mulher tem de ser tão bem tratada, né?
Nesse sentido, o exibicionismo pode ser uma clara porta de entrada para o fetiche Cuckold. Nele, o marido transforma sua esposa numa deusa, com direitos ilimitados, até mesmo a infidelidade consentida e apreciada pelo marido.
Infelizmente, algumas mulheres associam o ciúme do marido com o sentimento que eles têm por elas. Para essas mulheres, o marido precisa ser ciumento. Ou, ao menos, parecer. E dessa forma, cabe ao marido que curte exibi-la, fingir seu ciúme por mera necessidade de prestar contas à parceira.
Recomendo a vocês, amigas, que reflitam profundamente sobre essa forma de enxergar o afeto no relacionamento. Muitas vezes, a verdade é justamente oposta a esse senso comum. Ou seja, o homem muito possessivo e ciumento é justamente aquele que mais trai. De forma contrária, aquele que te valoriza como mulher, que te coloca num pedestal, que tem orgulho do desejo que você desperta nos demais, é justamente aquele homem que mais fiel será a você. Falo isso por experiência própria, tanto pra um lado, quanto pro outro.
Por ser um fetiche leve, de fácil aplicação e com inúmeras vertentes, é possível se afirmar que o exibicionismo é o fetiche mais frequente e de maior aceitação entre os mais variados grupos de pessoas. Sendo assim, há muito o que se pensar sobre os benefícios de se começar por esse fetiche, em vez de atropelar etapas e correr o risco de ver tudo desandar. 
Agora convenhamos: ele quer que você seja cachorra? Por que não? O que você sai perdendo com isso? Há mais de 10 anos venho sendo "a cachorra do meu marido" e ele enlouquece com isso. Tudo só melhorou no nosso casamento. Vivemos numa lua de mel constante mesmo depois de tanto tempo juntos. 
Portanto, meninas, se o marido de vocês quer tanto exibi-las, aproveitem! Renovem o guarda roupa. Curtam um salão. Flertem sim com outros homens. Deixem que babem por você. Se permita transformar na rainha toda poderosa que o marido de vocês tanto fantasia. Tudo isso só fará muito bem ao casamento de vocês. Seja poderosa! Espero ter ajudado. Grande beijocas!
P.S. – Recomendo o filme “Avassaladoras” com a Giovanna Antonelli e o Reynaldo Gianecchini. Ele mostra o quanto as mulheres precisam aprender sobre o seu próprio poder.