terça-feira, 29 de agosto de 2017

Cuckold - uma proposta irrecusável. "Só que não".



Olá, meninas. Mais uma vez, usarei esse espaço para propagar o fetiche Cuckold (que eu e meu marido aderimos há um bom tempo) como uma panaceia para a grande parte dos problemas cotidianos dos casamentos.
Não quero com isso, sugerir que vocês usem o fetiche como tentativa de salvar casamentos totalmente falidos. Isso, certamente não vai dar certo. Mas, ofereço o fetiche como uma oportunidade de melhorar muito a relação entre marido e mulher, quando o casamento tem seus probleminhas.
Um desses problemas mais comuns que vejo no casamento convencional de minhas amigas é o ciúme feminino. Nós, mulheres, somos sim muito inseguras e eu me incluo nessa lista. De alguma forma, perdemos o controle sobre nosso ciúme com mais facilidade do que os homens.
Sempre ficamos apavoradas com a possibilidade de nossos maridos descobrirem as qualidades e atributos em outras mulheres. Isso nos forçaria a termos que reconhecer nossos próprios defeitos e o quanto outras mulheres possam ser mais interessantes do que nós. Não é fácil superar o ciúme.  
O medo de ser trocada por outra mulher, o medo de estar vivendo uma mentira, e de que nossos maridos estejam na verdade saindo escondidos e vivendo vidas secretas. Tudo isso cria uma paranoia constante em todas nós.
Entretanto, não posso deixar de notar o quanto tudo isso foi superado ou amenizado desde que começamos a aderir ao fetiche Cuckold. Aos poucos, fui deixando de ser uma mulher tensa, preocupada, irritada, furiosa, pra ir me transformando numa mulher poderosa, segura da paixão que meu marido tem por mim, e nas nuvens por perceber como sou capaz de despertar interesse em outros homens tão interessantes.
Antes de começar a viver o fetiche, confesso que eu me achava sem graça, comum, incapaz de despertar grandes desejos ou paixões. Olhava outras mulheres e me sentia diminuída. Tinha um pouco de vergonha do meu próprio corpo. Não estava certa de que valeria a pena correr o risco de sair da minha zona de conforto para ingressar numa ideia tão extravagante e inusitada como o fetiche que meu marido me apresentava.
Mas, meu marido foi muito habilidoso e soube ir injetando poder em mim. Ele foi me fazendo virar uma super poderosa. Em vez de ciúme dele, fui ficando confiante de que ele é completamente apaixonado por mim. E por fim, fui ficando confiante de meu valor e do quanto poderia ser interessante me permitir viver aventuras fora do casamento.
As mudanças são muitas e podem sim, assustar, num primeiro momento. A proposta Cuckold pode sim ser radical a primeira vista. Mas, afinal: porque ter tanto medo de mudar radicalmente, quando essa mudança é na verdade pra muito melhor?
Já fui muito ciumenta. E já fui alvo de muito ciúme. E não tenho a menor saudade dessa época. Se ser “normal” é viver assim... prefiro ser como eu sou hoje em dia.
Hoje, tenho um marido aos meus pés... apaixonado, fiel em casa... vivendo em função dos meus gestos. Ele vive em profunda idolatria. E, como se não bastasse, eu adquiri o direito de me relacionar com namorados muito atraentes fora do casamento.
Ao contrário do que eu pensava, a certeza de que meu marido é fiel e de que ele só tem olhos pra mim, não veio através de brigas, cobranças ou de uma imposição quase infantil.
Conquistei essa certeza, através da liberdade. Dei liberdade pra que ele fizesse o que bem queria. E ficou claro que o que ele queria é que eu fosse a poderosa do casamento. O desejo dele nunca foi o de ter outras mulheres, por mais que eu o tivesse autorizado a isso.
Fico impressionada como o fetiche Cuckold pode ser uma receita certeira contra a infidelidade masculina. Desde que aderi ao fetiche, meu marido se inclinou totalmente na minha direção. É como se outras mulheres perdessem a importância que antes tinham.
Se você, leitora, é ciumenta ao extremo, como eu era... deveria com certeza pensar muito a respeito da possibilidade de assumir o fetiche Cuckold em suas vidas. Pelo que converso com outras esposas praticantes e também pela minha própria história, posso dizer que o marido Cuckold é o mais fiel dos maridos.
O meu marido, por exemplo, é tão fiel, que até para sair com outra mulher, ele me pedisse autorização. E em mais de 10 anos de casamento, posso dizer que ficou provado que essa não é a vocação dele. Seu tesão está todo concentrado em mim e nas minhas aventuras.
E analisando pelo quanto ele se desgasta em masturbação, vendo meus vídeos, minhas fotos e imaginando minhas aventuras... mesmo que ele quisesse muito... não teria grandes condições físicas pra me trair.
Nesse sentido, o fetiche é realmente uma grande garantia de fidelidade, de uma tal forma, que toda mulher ciumenta deveria experimentar viver assim, nem que fosse só por esse motivo. Aprendam, meninas, marido corno, não trai. É simples assim.
Hoje, vivemos um casamento muito feliz. Temos nossos problemas como qualquer casal. Não somos perfeitos. Estamos longe disso. Mas, não brigamos por besteira e nem ficamos paranoicos um com o outro, como vejo casais por aí. Eu tenho meus amantes e ele tem a mim. Adoramos o fetiche e colocamos nossa relação acima de tudo.
Por isso, se me perguntarem se o fetiche pode ajudar o casamento... é claro que direi que sim. Ainda mais quando olho pros lados e vejo tantas amigas brigando por ciúmes bobos, e vivendo a mesma paranoia que eu vivia antes de conhecer o meu marido.
 Não quero me colocar como modelo de nada. E muito menos bancar uma de guru do casamento perfeito. Isso não existe. Todos temos problemas, diferenças, discordâncias. O Cuckold não resolve tudo. Ele apenas ajuda muito, quando não nos fechamos para ele. Maturidade, confiança, cumplicidade, são elementos que crescem com o fetiche.
Um dia, meu marido me propôs me tornar uma rainha. Me propôs me dar plena liberdade sexual para viver aventuras fora do casamento. E propôs ser um homem completamente apaixonado e fiel. Eu podia recusar?
É incrível como algumas de nós têm a sorte imensa de dar de frente para um pote recheado de ouro. E é mais incrível ainda, que algumas de nós, rejeitem esse pote. Minha dica é: não tenha medo de ser feliz. Beijos a todas vocês.








sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Confiança é a chave pra relação




Pessoal, hoje irei escrever sobre essa palavra mágica que todo casal precisa se quiser experimentar o fetiche Cuckold. A palavra é “confiança”.
Claro que a confiança é uma via de duas mãos. Talvez, no fetiche Cuckold, a confiança seja uma via de quatro mãos. Isso porque marido deve confiar na esposa e vice-versa. Mas, antes disso, cada um deve confiar muito em si mesmo.
O marido precisa muito estar confiante de que é homem o suficiente pra ter a coragem de ceder a esposa. É um ato de bravura sim. Não é fácil pra um homem, encarar o medo de ser trocado. Ele precisa ser muito seguro de si.
Por outro lado, a mulher precisa se sentir poderosa e acreditar de verdade em seu próprio poder de sedução. O fetiche C


uckold devolve as delícias de uma vida adolescente. Mas, como toda adolescente, a mulher fica apreensiva, com dúvidas como: “será que eu sou gata o suficiente pra aquele cara?”.
Retornar ao mercado de paqueras e conquistas pode trazer de volta o frio na barriga, a insegurança, o medo de não ser capaz de enfeitiçar. A mulher precisa redescobrir o prazer da sedução e da conquista.
Marido seguro, esposa segura... agora entra o segundo passo: aquele em que um tem que confiar no outro. Não é fácil, né, gente? Se jogar de olhos fechados e acreditar que o outro vai estar ali pra pro que der e vier... é preciso coragem.
O marido precisa confiar muito que a esposa não vai perder o controle e acabar se envolvendo demais com o amante. “E se o amante for mais gostoso?” É preciso entender que por mais gostoso que seja o amante, a mulher é madura e inteligente o suficiente pra saber valorizar a posição de cada um. Marido sempre será o porto seguro.
Por outro lado, a esposa pode ficar também insegura quanto ao marido. “Será que ele me pede isso porque vai querer cair na gandaia?” “Será que ele está apenas me usando pra outros fins?” É normal ter dúvidas. Mas, afinal, “por que é tão difícil acreditar num homem que me pede pra ser livre?”
Acho que toda a mulher tem um pouco de “medo de ser feliz”. Ou, o que é mais humano, todos desconfiamos quando a oferta é boa demais. Estamos acostumados a nos esquivar daquilo que se mostra “bom demais pra ser verdade.”
Mas, amigas, posso falar por mim mesma. Eu fui uma que de início estranhei e cheguei a me perguntar: “Ué? O que meu marido ganha com isso?” Hoje em dia, após bastante experiência no assunto a pergunta que faço é outra: “Quem será que gozou mais no final de tudo? Terá sido o meu marido?”
Pois é, eu tenho prazer ali na hora do flerte, na hora da transa. O mesmo digo dos meus namorados. Mas, meu marido? Ah... ele se acaba por anos, vendo e revendo fotos e filmes. E relembrando comigo na cama, os momentos mágicos que vivi com o amante. Desconfio mesmo que ele seja o mais beneficiado nisso tudo.
Seja como for, todos saem ganhando muito com o fetiche. Especialmente se houver confiança de todos em todos. Sem confiança, o melhor é nem experimentar. O fetiche Cuckold praticado com casais inseguros, e despreparados, pode sim virar um trauma.
E “quando sei que estou preparada?”, você deve estar se perguntando. Eu respondo: quando a vontade e a curiosidade de pôr em prática for maior que o medo. Não espere perder o medo. Isso nunca acontece. O que acontece é que (parodiando o ex presidente): “o tesão tem que vencer o medo”. Só isso, amigas. Confiem... e sejam confiadas! Rs